Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

FAMÍLIA, HOJE

1. FAMÍLIA – CONCEITO E ESTRUTURAÇÃO
08 de Dezembro – Dia da Família
A primeira sociedade organizada no mundo é a família. Base de todas as outras sociedades, inicia-se com o matrimónio e é teoricamente formada pelos pais e filhos. O amor recíproco entre eles, a confiança, a cooperação, o respeito, a obediência, a compreensão e a tolerância mútuas são os preceitos básicos para que a família continue a existir.
É o amor, aliás, o que dá vida à família, quando firma os laços de união entre seus integrantes. O amor dos pais em relação aos filhos e dos irmãos entre si, a capacidade de renúncia. A disposição de alguém privar-se de algo em favor do outro ou de todos: conforto, repouso, prazer. O pai e a mãe, por exemplo, trabalham para que não falte nada em casa e muitas vezes deixam mesmo de se divertir.
Ou, ao contrário, filhos adolescentes deixam às vezes de viver experiências típicas da sua idade - de só estudar, usar o telemóvel e a Internet ou namorar - porque precisam trabalhar precocemente para ajudar nas despesas da casa.
Obviamente que a família de hoje já não é a mesma de ontem, muita coisa mudou na prática. Até mesmo o conceito de família como sempre a entendíamos é outro. Mas o importante é sabermos, jamais esquecermos que sem a família, uma situação difícil seria para nós extremamente pior.
“No novo conceito de família, são consideradas famílias os grupos formados não só pelo casamento civil ou religioso, mas também pela união estável de homem e mulher ou por comunidade dirigida somente por um homem ou por uma mulher. Antes, uma união que não fosse formada pelo casamento formal era considerada "família ilegítima". Da mesma maneira, "filho ilegítimo" é uma expressão que não cabe mais na nossa sociedade.”
Naturalmente que o novo não pode nem deve ser evitado. Mudanças são bem vindas, principalmente quando surgem para fortalecer ainda mais uma instituição que é a base do indivíduo na vida social.










2. FAMÍLIA – EVOLUÇÃO

Pai, mãe, dois filhos. O pai trabalha, a mãe ocupa-se da gestão da casa e da educação dos filhos. Este era até há não muito tempo atrás o modelo de família perfeito. Nas últimas décadas do século XX este modelo veio sofrendo alterações profundas que acompanharam também o evoluir da sociedade moderna. Hoje em dia são variadas as questões com que o tradicional modelo familiar se debate. Isto não significa que anteriormente estas questões não existissem já no seio familiar, a diferença está em que, actualmente, elas são alvo de uma discussão mais aberta a nível social.Questões como a droga, a sida, a TV, a Internet, os Telemóveis, o monoparentismo, o alcoolismo, a homossexualidade ou a violência tocam, em maior ou menor grau, todas as famílias, indiferentes a raças, credos ou classes sociais. A grande diferença está na forma como cada família acaba por lidar perante esse novo desafio que o destino lhe coloca. Quando este surge, tudo parece desabar: sonhos projectados e planos sonhados acabam assassinados por uma realidade mais fria e cruel do que a do sonho, uma realidade em que todos sofrem. Por norma, a primeira reacção costuma ser sempre a da rejeição em que, ao procurar ignorar o facto, se espera que este simplesmente não exista. Uma segunda reacção apresenta características mais egoístas, surgindo sempre a questão do porquê, porquê esse que vem sempre acompanhado da expressão “a mim”. Depois segue-se o sentimento de culpa, “onde errei?”, que afecta todos os elementos do grupo familiar, uns por sentirem que desapontaram, outros por se acharem defraudados. Vem depois o grande e verdadeiro desafio, em que a estrutura familiar, pais e filhos, em que todos mostram a sua verdadeira maturidade e capacidade de se amarem e respeitarem. Chega a altura em que se repara que nada mudou, em que muitos dos nossos medos e receios são injustificados, em que o grande “problema” apenas não passava de um pequeno pormenor. Nada mudou, todos continuam os mesmos que eram antes do supracitado desafio. A diferença está em que o que antes era o consumidor segredo de uns passou a ser a verdade conhecida de todos.Costuma-se dizer que o óptimo é o inimigo do bom ou, por outras palavras, não existem famílias perfeitas, antes pelo contrário, atrever-me-ia a dizer, se a expressão me é permitida, que a perfeição está na imperfeição familiar. Quero com isto dizer que todas as famílias têm situações com as quais são forçadas a lidar no seu quotidiano, situações essas que vêm, de uma forma ou de outra, abalar a tranquilidade familiar. Este abalo é, em grande medida, salutar, pois uma família é constituída por indivíduos que, apesar de partilharem fortes laços afectivos desde o nascimento, têm identidades e personalidades distintas. É na aceitação destas diferenças e no respeito pelas mesmas que se vai fortalecendo o elo que nos une aos nossos familiares. Para rematar convém apenas relembrar que, antes de julgar os outros, nos devemos lembrar que não somos perfeitos e que, um dia, poderemos ser nós a ser julgados pela nossa intolerância para com aqueles a quem, no passado, apontámos o dedo apenas pela razão de existir a diferença, mas que nunca parámos para pensar quem realmente será diferente: se nós, se os outros?!
Que viva a família! Sempre.






3. OS JOVENS – ONTEM E HOJE
▪ "Nossos adolescentes actuais parecem amar o luxo. Tem maus modos e desprezam a autoridade. São desrespeitosos com os adultos e passam o tempo todo vagando nas praças...São propensos a ofender seus pais, monopolizam a conversa quando estão em companhia de outras pessoas mais velhas; comem com voracidade e tiranizam seus mestres."
Embora aparentemente actual, esse é um depoimento de Sócrates, datado do Século V A.C., época em que, obviamente, a NET e a TV não poderiam ser co-responsabilizadas pelas atitudes dos jovens.
▪ O adolescente tem natureza gregária e, embora a violência urbana tenda a contribuir para que fiquem menos tempo nas ruas do que no passado (até por recomendação dos próprios pais), acabam buscando alternativas para atender a necessidade de convívio com o grupo.
▪ Crianças e adolescentes dedicam manhãs e tardes ao estudo, seja na escola ou em casa fazendo trabalhos e lições.
▪ A maior disponibilidade do público jovem, acontece num período em que a programação da TV é mais adulta, e quando os pais tem maior ascendência sobre a escolha do programa a ser assistido. Então o (a) jovem procura o seu próprio espaço e recria o ambiente onde esteve praticamente todo o dia. Os seus interesses advêm dos interesses do grupo onde se insere. Daí o uso e abuso dos “chats”, dos telemóveis e dos amigos virtuais.



4. AMIGOS VIRTUAIS

▪ Os jovens devem tomar cuidado com o que dizem nas conversas online. Num chat, informações preciosas podem ser reveladas, como nome da escola, cidade ou qualquer outro dado identificador. Crianças e adolescentes devem ser lembrados que, assim como não passamos nossas informações pessoais a desconhecidos na vida real, não podemos passá-las a estranhos na internet.
▪ É importante que o(a) jovem tenha consciência de que, na Internet, qualquer um pode fingir ser quem quiser, uma vez que não podemos ver quem realmente está do outro lado da tela do computador.
▪ Marcar encontros com "amigos virtuais" é sempre um risco, mesmo quando em locais públicos, posto que o jovem poder ser levado dali à força. Pais, filhos, professores e alunos devem manter um canal de comunicação aberto para que se discuta este tipo de situação. Se houver insistência por parte do jovem, o ideal é que o encontro aconteça em companhia dos pais ou responsáveis.


5. FILOSOFIA PESSOAL E MÁXIMAS
▪ Criar um(a) filho(a) significa, basicamente, ensiná-lo(a) a passar sem nós. Pitágoras;

▪ As sementes do bem e do mal, quem as lança no mundo, quase todas, são as mães e os mestres. João de Deus;

▪ O destino dá-nos a família; os amigos somos nós que os escolhemos. Rufino Sá;

▪ Um(a) filho(a) é uma pergunta que fazemos ao destino. Peman

▪ Os homens são como as ondas; quando uma geração floresce, a outra declina. Homero

▪ Ninguém divide ou destrói a árvore que é a minha família. Quando muito pode cortar um ou outro ramo. Rufino Sá









6. EXPERIÊNCIA PESSOAL
Eu e a Clotilde tivemos três filhos que os educamos à nossa maneira. Tivemos êxito. São três pessoas fantásticas, afáveis, honestas e os respectivos casamentos aparentemente estão consolidados.
Na nossa família privilegiamos o diálogo. Tudo era discutido e analisado. Permanentemente atentos à realidade, sempre os alertamos para todos os perigos que a sociedade actual comporta. Tivemos sorte. Deram-nos ouvidos.
Sempre lhes dissemos que não éramos seus donos e eram livres de fazer escolhas. A nossa função seria a de um jardineiro que tem de tratar da árvore, podá-la, adubá-la de forma a se tornar vertical e firme.
Se algum filho nosso optasse por qualquer carreira ou actividade, de forma consciente, teria sempre o nosso incondicional apoio
Desde muito cedo que responsabilizamos os filhos por todos os seus actos e sempre lhes dissemos que a família é o bem mais sagrado que existe à face da terra. Ainda hoje, todos trintões, quando se encontram, trocam um beijo facial (incluindo os pais) que é referido por pessoas do nosso círculo de amizades e familiar com algum espanto e admiração.
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Os irmãos devem manter-se unidos até ao fim da vida. Solidariedade fraternal. Estar muito atentos a perigosos e letais venenos: Inveja, Intriga e Mentiras. Ouvir sempre as duas partes quando confrontados com qualquer problema que ameace a sua amizade.
Quando casaram foi-lhes dito e mantemos, que só iríamos a suas casas na qualidade de convidados. Dissemos-lhe também que não permitam que nenhuma influência externa passe para dentro das suas casas e, se algum problema houver, ouçam-nos, apenas como mais uma opinião. E, sobretudo, que tivessem muito cuidado com as questões relacionadas com as suas novas famílias, porque é daí que advêm os mais graves problemas. Culturas diferentes, ambientes diferentes, educação diferente formam um caldo novo para o qual há que estar muito atentos. Ou seja, houve grande investimento na educação dos nossos filhos. Nunca “esticamos muito a corda”. Demos sempre o benefício da dúvida.
Não se entenda mal o que acabamos de enunciar. Não fomos melhores nem piores na educação do que qualquer outro casal. Certamente fomos diferentes e com sensibilidades e disponibilidades também diferentes. A Clotilde deixou de trabalhar fora de casa quando nasceu o segundo filho. Foi a nossa grande aposta.
Obviamente que estes comportamentos têm um custo. Tornarmo-nos um pouco egoístas.


7. CONCLUSÃO
A sociedade em que vivemos está fortemente apoiada em alguns factos que enumero a seguir. Longe de serem uma enunciação exaustiva e relativa a todos os âmbitos sócio- económicos, oferecem um panorama geral:
Crise dos ideais modernos de ser humano e mundo; desencanto do projecto de modernidade ocidental e a consequente aparição de correntes culturais de índoles muito diversas, anarquicamente estudadas sobre a denominação de "pós-moderno". Esta crise impôs o questionamento generalizado de tudo e a imposição do ideal "não ter ideais", isto é, vale tudo;
Convergência de novas maneiras de intervir no mundo e fazê-lo propriedade do ser humano: integração das telecomunicações, a informática, o áudio-visual como sucesso central da chamada sociedade informática. Isso implicou novas formas de relação entre as pessoas e o uso de novas formas de expressão;A globalização das tecnologias informáticas promovem uma multicultural que rompem os referenciais tradicionais de identidade (religião, pertença a um país ou nação, tradições); a nossa identidade não pode definir-se mais exclusivamente por uma pertença a uma comunidade nacional;Diferenciações devido ao uso e acesso desigual aos bens culturais;A homogeneização, a massificação e o individualismo reorganizam sem descanso a estrutura da sociedade;Ânsia dos espaços privados, dos refúgios particulares: o fenómeno dos condomínios;Produção industrial da cultura e o consumo;Perda do poder socializador e de aquisição de conhecimentos e valores de instituições tais como a escola, a família, a igreja, e sua substituição por outros cenários tais como as novas tecnologias (meios de comunicação de massa, redes de informação, Internet, música, etc)Nesse contexto, como o(a) jovem pode construir a sua identidade? E qual a contribuição que os agentes de pastoral da juventude podem possuir nesse processo?

Hoje encontramos uma condição de juventude que se constrói fundamentalmente na esfera do simbólico e do ideológico: uso e apropriação seja de símbolos, de significados, de ideais, de referências simbólicas.
Ser jovem está na moda. Todos querem ser jovens, algo que se definiu como um estilo de vida. Surgem os adultos de aspecto juvenil, as plásticas, a moda jovem.
Ser jovem não é o mesmo que juvenil. Juvenil é um padrão de moda e consumo. E "ser jovem" é uma construção moderna porque, antes a pessoa era criança ou adulto. Não havia essa condição que agora tira o sono, preocupa, molesta e estorva os políticos. Uma condição construída com a modernização da sociedade: maior tempo de educação e socialização, maior tempo de adequação à vida adulta.
A juventude entendida como construção histórica e cultural da modernidade é uma construção transitória. Geralmente é estabelecida a categoria "jovem" desde um critério cronológico e biológico, identificando a juventude como uma etapa da vida que vai dos 14 aos 25 anos. Entretanto cada grupo social e económico possui sua realidade própria que geram variações nesse intervalo.
Outra maneira de configuração do juvenil é entender a juventude como uma construção imaginária, entender o jovem como um sujeito perigoso, estigmatizado, causador de problemáticas sociais e políticas, representações que propõem ao jovem um lugar onde possa ser controlado e justifica dinâmicas políticas, sociais e culturais de marginalização e domínio.
Outra perspectiva é a concepção de juventude como um campo de disputa pela hegemonia cultural e a reprodução simbólica da sociedade. O jovem é um sujeito em mudança, incompleto e imaturo, que está em condição de assimilar a cultura e portanto seu ponto de chegada é ser adulto: terminará por superar seu conflito de identidade e se integrará, sendo responsáveis por si mesmo e pelo mundo.
E há também o conceito de "moratória social" para os jovens, isto é, a juventude é um período de permissividade que intermedia a maturidade biológica e a maturidade social. Esta moratória significa a postergação cada vez mais prolongada ou restrita, segundo o extracto sócio económico a que pertença o jovem, para assumir sua integração e participação na sociedade. Assim, permanecem à margem da sociedade em um sentido económico e reprodutivo, tendo a oportunidade de estudar, de desenvolver sua capacidade intelectual em instituições de ensino e tendo um tempo livre socialmente legitimado. Mas isso aos jovens dos estratos sócio económicos altos. Os jovens dos sectores populares vivem uma moratória cada vez mais angustiante e restrita.
Bem, desde estas referências, se constrói muitas vezes uma imagem da juventude como aquela que foi fetichizada pela linguagem da sociedade de consumo, da indústria cultural e que é representada como "vigorosa, desejável, natural, ahistórica, espontânea" mas que se mantém alienada, sem responsabilidades, sem laços de compromisso e solidariedade, onde se emprega uma "parte considerável de suas energias e desejos no apego narcisista ao culto e atenção ao próprio corpo, até seu pleno ingresso nas responsabilidades da vida adulta.
Enfim, estas são algumas das imagens associadas a juventude. Para que exista juventude é necessário que sejam garantidas por um lado, uma série de condições sociais, como comportamentos, normas, que distingam os jovens de outras faixas etárias. E por outro lado, uma série de imagens culturais, como valores e ritos, reconhecidos pelos demais e associados a eles como jovens.
Assim também na comunidade paroquial por exemplo. Uma série de comportamentos e modos de actuação são atribuídos, esperados e legitimados para os jovens. A "juventude" assim é inventada, como pastoral, desde fora, através das pastorais dos "adultos" e desde dentro, através da auto imagem que o jovem tem de si mesmo, influenciado pela sociedade em que vive.
Devemos portanto, na nossa actuação quase pastoral, reconhecer esta construção simbólica, todos os valores e ritos associados aos, jovens. Reinventando-os, aceitando-os, incorporando-os, não importa. Importa é ter em mente que "ser jovem" é também uma identidade construída.
▪ Ser jovem hoje é exactamente a mesma coisa que acontecia no passado, mas com mais e complexas variáveis. O futuro está nos jovens. Eu acredito na juventude.
▪ Compete aos pais e educadores acompanhá-los de perto, não os manietar, fazê-los tomar consciência de que sem família estruturada é o caos e o fim de tudo. Eles nem são parvos e compreenderão.

Sites Seguros para Jovens e Adolescentes
http://www.seguranet.crie.min-edu.pt/segura/index_jovens.htm
http://www.seguranet.crie.min-edu.pt/segura/index_jovens.htm

11-01-2007
Algum apoio em textos da NET
Rufino Sá

VAMOS TOMAR UM CAFÉ

Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. A seguir perguntou aos alunos se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que sim. O professor pegou então uma caixa de fósforos e vazou-a para dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que sim. De seguida o professor pegou uma caixa de areia e vazou-a para dentro do frasco.
A areia preencheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um sim em coro. O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se. Quando os risos terminaram, o professor comentou: - Quero que percebam que este frasco é a vida.
As bolas de golfe são as coisas importantes, como a família, os filhos, a saúde, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdêssemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia e tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida: Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Preste atenção às coisas que realmente importam. Estabeleçam as vossas prioridades, e o resto é só areia. Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: - Então e o que representa o café? O professor sorriu e disse: - Ainda bem que perguntas! Isso é só para vos mostrar que, por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, sempre há lugar para tomar um café com um amigo. Quando as coisas da vida te parecerem demasiadas, lembra-te do frasco de maionese e café."